“Era uma vez sem floresta Sem castelos, guerras, leões... Nem bruxas, príncipes, princesas, Fadas, gigantes, anões...
Era uma vez simplesmente E nem entrou para história Restou apenas a abóbora E uns ratinhos no porão.
Dos beijos em noites de lua Promessas de amor, sedução, Ficou sapo gordo que pula Seu grande papo arrastando no chão.
Acorda de susto a adormecida Sapatinhos quebrando em seguida Cristais dos seus sonhos, “Cinderela”... Era uma vez... E ainda bem que era!”(Rose Felliciano)
“Era uma vez sem floresta Sem castelos, guerras, leões... Nem bruxas, príncipes, princesas, Fadas, gigantes, anões...
Era uma vez simplesmente E nem entrou para história Restou apenas a abóbora E uns ratinhos no porão.
Dos beijos em noites de lua Promessas de amor, sedução, Ficou sapo gordo que pula Seu grande papo arrastando no chão.
Acorda de susto a adormecida Sapatinhos quebrando em seguida Cristais dos seus sonhos, “Cinderela”... Era uma vez... E ainda bem que era!”(Rose Felliciano)
“Olhe para o céu Ainda existe a estrela a guiar. Prepare os presentes Chame amigos, parentes... Caminhe ao encontro de Jesus, o Salvador! O adore em alegria, em amor... Eis o sinal! Isso e apenas isso é o Natal!” (Rose Felliciano)
“Olhe para o céu Ainda existe a estrela a guiar. Prepare os presentes Chame amigos, parentes... Caminhe ao encontro de Jesus, o Salvador! O adore em alegria, em amor... Eis o sinal! Isso e apenas isso é o Natal!” (Rose Felliciano)
"Estimado namorado Arreceba essa prefumada cartinha e que vosmecê esteja cum saúde juntos aos seus E nesses seus coloco eu, promode num inciumá...
Eu quiria sabê iscrevê coisas bunitas quinem os dotôs, us poetas, e nas rivistas mas num sei afloriá... Tomém num quis copiá intonce, deixei um chero de jasmim prá ocê num si isquecê di mim...
Sabe quando ocê mi oiava Cuns óio de goiaba madura e num sabia nem adisfarsá? Mi dava um frio na barriga Imbruiava qui nem lumbriga chigava inté a corá...
Quando ocê falô cum meu pai, intão achei que ia isprudí di emoção... E fiquei com a mão inté vremeia de tanto treiná beijá...
Mas quando ocê colocou a mão no meu rosto e beijô minha testa cum gosto, o céu intero festô meu coração desinbestô...
Era isso qui eu quiria ti dizê Qui namora ocê É mió que drumi inté meio dia Ou cumê a cumida da tia Maria...
Ah! I mió tomém que chucolate Ô aquele vistidu da Adelaide Qui ei vi na rivista das mudelos. E o teu chero é mais cheroso que jasmim Tô inté inda agora sentino... queria ocê aqui... Ih corei di novo...
Por agora já tá bom... Ocê já ganhou meu coraçao E meus carinhos tomém... E istou taum feliz, Pois num precisei pedi Prá Santo Antônio ajudá...
Ô será qui ocê pidiu?
Adispois arresorvemos Quero qui venha correno Pro casório no arraiar Ninguém poderá fartá
A cumadi Ceci arrumô tudinho Se aprume tudo di linho Mais tem que ser xadreizinho prá mode a quadría dançá.
E assím fico saudosa Isperanu aquí na porta Ocê, meu namorado, chegá... Veim correnu mi abraçá.... E namorá namorá namorá......" (Rose Felliciano)
"Estimado namorado Arreceba essa prefumada cartinha e que vosmecê esteja cum saúde juntos aos seus E nesses seus coloco eu, promode num inciumá...
Eu quiria sabê iscrevê coisas bunitas quinem os dotôs, us poetas, e nas rivistas mas num sei afloriá... Tomém num quis copiá intonce, deixei um chero de jasmim prá ocê num si isquecê di mim...
Sabe quando ocê mi oiava Cuns óio de goiaba madura e num sabia nem adisfarsá? Mi dava um frio na barriga Imbruiava qui nem lumbriga chigava inté a corá...
Quando ocê falô cum meu pai, intão achei que ia isprudí di emoção... E fiquei com a mão inté vremeia de tanto treiná beijá...
Mas quando ocê colocou a mão no meu rosto e beijô minha testa cum gosto, o céu intero festô meu coração desinbestô...
Era isso qui eu quiria ti dizê Qui namora ocê É mió que drumi inté meio dia Ou cumê a cumida da tia Maria...
Ah! I mió tomém que chucolate Ô aquele vistidu da Adelaide Qui ei vi na rivista das mudelos. E o teu chero é mais cheroso que jasmim Tô inté inda agora sentino... queria ocê aqui... Ih corei di novo...
Por agora já tá bom... Ocê já ganhou meu coraçao E meus carinhos tomém... E istou taum feliz, Pois num precisei pedi Prá Santo Antônio ajudá...
Ô será qui ocê pidiu?
Adispois arresorvemos Quero qui venha correno Pro casório no arraiar Ninguém poderá fartá
A cumadi Ceci arrumô tudinho Se aprume tudo di linho Mais tem que ser xadreizinho prá mode a quadría dançá.
E assím fico saudosa Isperanu aquí na porta Ocê, meu namorado, chegá... Veim correnu mi abraçá.... E namorá namorá namorá......" (Rose Felliciano)
"Vieram me contar, que as muitas águas inundam aquele lugar... O sol não aparece, a lua se entristece e a natureza grita e agita, de saudade de nós dois...
Dizem que as ruas não são mais as mesmas e as curvas da nossa estrada estão interditadas, sem vida... Não podem continuar...
O mar reclama nosso amor e as ondas em furor lançando-se nas pedras, gritam...
Isso é o que viram: o Paraíso se dissolver... E as nossas últimas marcas, o vento forte, varrer...
Vieram me contar Mas, confesso... Preferia não saber..." (Rose Felliciano)
"Vieram me contar, que as muitas águas inundam aquele lugar... O sol não aparece, a lua se entristece e a natureza grita e agita, de saudade de nós dois...
Dizem que as ruas não são mais as mesmas e as curvas da nossa estrada estão interditadas, sem vida... Não podem continuar...
O mar reclama nosso amor e as ondas em furor lançando-se nas pedras, gritam...
Isso é o que viram: o Paraíso se dissolver... E as nossas últimas marcas, o vento forte, varrer...
Vieram me contar Mas, confesso... Preferia não saber..." (Rose Felliciano)
O plágio é o ato de assinar ou apresentar uma obra intelectual de qualquer natureza (texto, música, fotografia, obra audiovisual, etc) contendo partes de uma obra que pertença a outra pessoa sem colocar os créditos para o autor original. No ato de plágio, o plagiador se apropria indevidamente da obra intelectual de outra pessoa, assumindo a autoria da mesma.
Com o advento da internet e a inclusão digital ou infoinclusão, toda a sociedade pode ter acesso a informações disponíveis na Internet, e assim produzir e disseminar conhecimento.
Para os Poetas, isso foi ótimo, pois seus textos ganharam a oportunidade de serem divulgados, comentados e conhecidos pelo mundo todo.
Fico imaginando os “imortais” vivendo no mundo de hoje...
Machado de Assis, com certeza, coordenaria vários blogues, comunidades do orkut e sites de poesias.
Vinícius de Moraes teria um site com download de suas músicas e comunidades com barzinhos e etc... Talvez até lançasse a musa de Copacabana da net.
Oswald e Mário de Andrade criariam espaços para divulgarem eventos e assim por diante...
Mas, como nada é perfeito, com a infoinclusão aumentaram consideravelmente o número de Plágios. Até porque, tanto é fácil copiar um poema como descobrir que este foi copiado.
Ciente disso, os plagiadores optaram por copiar apenas partes de um Poema, usando toda a sua “criatividade” para preencher as lacunas deixadas. Outros optam pelo "plágio mosaico", utilizam-se da junção de dois ou mais Poemas para construção de “sua” obra.
Existem ainda aqueles que simplesmente copiam os Poemas de outros em seu blogues ou orkuts e não mencionam a autoria. Assim, fica subentendido que aquele pode ser um Poema seu.
====
Mas, a Poesia tem dono?
O poeta gaúcho Jayme Caetano Braun, diz:: “Se a poesia é bela, tem graça e tem entono. A Poesia não tem dono, é de quem se adonar dela!”.
Zeca Baleiro em sua música: Vô Imbolá, diz que Poesia não tem dono e alegria não tem grife.
No filme Postino, também conhecido como: O Carteiro eo Poeta, de Pablo Neruda, o carteiro utiliza-se de parte de um Poema de Neruda. Quando questionado, esse diz que as Poesias são de quem as lê.
Pesquisando na internet, encontrei outros Poetas e poemas com esse mesmo pensamento.
Depois de estudar bem o assunto e por também escrever poesias, deixo aqui minhas considerações a respeito do assunto:
Acredito realmente que a Poesia não tem donos, assim como nossos filhos também não os tem.
Parimos nossos filhos, os registramos, criamos... Porém, não somos donos deles. Isso, no entanto, não dá o direito de outra pessoa falar que são os pais ou registrá-los em seus nomes apenas por achá-los bonitos...
“Poemas são os filhos do artista. Utilizar uma obra sem mencionar a autoria, seria o mesmo que registrar uma criança e não mencionar o nome dos pais. Mencionar a obra com outra autoria, É CRIME!!!!" (Rose Felliciano)
Mario Quintana vai além quando diz que, para os poetas, a poesia é a expressão da sua alma.
“Se nunca nasceste de ti mesmo, dolorosamente,
na concepção de um poema… estás enganado:
para os poetas não existe parto sem dor.” (Mario Quintana)
Seria o mesmo que parir a nós mesmos, ou seja, renascer a cada obra escrita.
Talvez seja por isso que o mesmo Quintana não gostava de datar seus poemas. Ele sabia que depois de criados e divulgados, os poemas seguiriam mundo afora e que teriam novas moradas.
Sabia ele que seriam declamados em outros momentos, como se por outros e para outros fossem feitos...
Porém, "como se" é bem diferente de ser. Plágio é crime previsto no código penal . É considerado violação dos direitos autorais, cnforme artigo 184.
E o que fazer então, para evitarmos o plágio de nossas obras?
Essa não será uma tarefa fácil, mas acredito que deva ser usado o bom senso num processo de reeducação e conscientização. Os donos, coordenadores e moderadores de sites, comunidades e afins, também devem estar engajados nesse processo de conscientização.
Ou então, teremos que ficar dia após dia pesquisando na internet e vigiando os internautas quase que diariamente, denunciando e nos aborrecendo muito com isso.
Essa atitude, com certeza, tirará o nosso tempo precioso para a poesia...
Registre suas obras, sempre!
O primeiro passo para quem quer divulgar seus textos na internet é o de registrar as obras antes mesmo de divulgá-las a público, mantendo também os manuscritos.
Sempre que observar algum poema na internet sem a devida autoria, envie um recado para a pessoa que o postou, perguntando quem escreveu aquele belo texto e sugerindo que seja mencionado. O recado geralmente fica visível e outras pessoas poderão aprender com isso. Quando souber a autoria, escreva informando.
Faça isso de uma maneira geral, sem se importar apenas com os textos de sua autoria. Até porque, se a maioria dos poetas fizer isso, logo alguém estará encontrando os seus textos também e orientando a pessoa.
Porém, se o plágio persistir mesmo com as orientações e isso se tornar incômodo moral ou financeiro para sua vida, cabe entrar com ação judicial, caso tenha como provar a autoria.
O plágio é o ato de assinar ou apresentar uma obra intelectual de qualquer natureza (texto, música, fotografia, obra audiovisual, etc) contendo partes de uma obra que pertença a outra pessoa sem colocar os créditos para o autor original. No ato de plágio, o plagiador se apropria indevidamente da obra intelectual de outra pessoa, assumindo a autoria da mesma.
Com o advento da internet e a inclusão digital ou infoinclusão, toda a sociedade pode ter acesso a informações disponíveis na Internet, e assim produzir e disseminar conhecimento.
Para os Poetas, isso foi ótimo, pois seus textos ganharam a oportunidade de serem divulgados, comentados e conhecidos pelo mundo todo.
Fico imaginando os “imortais” vivendo no mundo de hoje...
Machado de Assis, com certeza, coordenaria vários blogues, comunidades do orkut e sites de poesias.
Vinícius de Moraes teria um site com download de suas músicas e comunidades com barzinhos e etc... Talvez até lançasse a musa de Copacabana da net.
Oswald e Mário de Andrade criariam espaços para divulgarem eventos e assim por diante...
Mas, como nada é perfeito, com a infoinclusão aumentaram consideravelmente o número de Plágios. Até porque, tanto é fácil copiar um poema como descobrir que este foi copiado.
Ciente disso, os plagiadores optaram por copiar apenas partes de um Poema, usando toda a sua “criatividade” para preencher as lacunas deixadas. Outros optam pelo "plágio mosaico", utilizam-se da junção de dois ou mais Poemas para construção de “sua” obra.
Existem ainda aqueles que simplesmente copiam os Poemas de outros em seu blogues ou orkuts e não mencionam a autoria. Assim, fica subentendido que aquele pode ser um Poema seu.
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Mas, a Poesia tem dono?
O poeta gaúcho Jayme Caetano Braun, diz:: “Se a poesia é bela, tem graça e tem entono. A Poesia não tem dono, é de quem se adonar dela!”.
Zeca Baleiro em sua música: Vô Imbolá, diz que Poesia não tem dono e alegria não tem grife.
No filme Postino, também conhecido como: O Carteiro eo Poeta, de Pablo Neruda, o carteiro utiliza-se de parte de um Poema de Neruda. Quando questionado, esse diz que as Poesias são de quem as lê.
Pesquisando na internet, encontrei outros Poetas e poemas com esse mesmo pensamento.
Depois de estudar bem o assunto e por também escrever poesias, deixo aqui minhas considerações a respeito do assunto:
Acredito realmente que a Poesia não tem donos, assim como nossos filhos também não os tem.
Parimos nossos filhos, os registramos, criamos... Porém, não somos donos deles. Isso, no entanto, não dá o direito de outra pessoa falar que são os pais ou registrá-los em seus nomes apenas por achá-los bonitos...
“Poemas são os filhos do artista. Utilizar uma obra sem mencionar a autoria, seria o mesmo que registrar uma criança e não mencionar o nome dos pais. Mencionar a obra com outra autoria, É CRIME!!!!" (Rose Felliciano)
Mario Quintana vai além quando diz que, para os poetas, a poesia é a expressão da sua alma.
“Se nunca nasceste de ti mesmo, dolorosamente,
na concepção de um poema… estás enganado:
para os poetas não existe parto sem dor.” (Mario Quintana)
Seria o mesmo que parir a nós mesmos, ou seja, renascer a cada obra escrita.
Talvez seja por isso que o mesmo Quintana não gostava de datar seus poemas. Ele sabia que depois de criados e divulgados, os poemas seguiriam mundo afora e que teriam novas moradas.
Sabia ele que seriam declamados em outros momentos, como se por outros e para outros fossem feitos...
Porém, "como se" é bem diferente de ser. Plágio é crime previsto no código penal . É considerado violação dos direitos autorais, cnforme artigo 184.
E o que fazer então, para evitarmos o plágio de nossas obras?
Essa não será uma tarefa fácil, mas acredito que deva ser usado o bom senso num processo de reeducação e conscientização. Os donos, coordenadores e moderadores de sites, comunidades e afins, também devem estar engajados nesse processo de conscientização.
Ou então, teremos que ficar dia após dia pesquisando na internet e vigiando os internautas quase que diariamente, denunciando e nos aborrecendo muito com isso.
Essa atitude, com certeza, tirará o nosso tempo precioso para a poesia...
Registre suas obras, sempre!
O primeiro passo para quem quer divulgar seus textos na internet é o de registrar as obras antes mesmo de divulgá-las a público, mantendo também os manuscritos.
Sempre que observar algum poema na internet sem a devida autoria, envie um recado para a pessoa que o postou, perguntando quem escreveu aquele belo texto e sugerindo que seja mencionado. O recado geralmente fica visível e outras pessoas poderão aprender com isso. Quando souber a autoria, escreva informando.
Faça isso de uma maneira geral, sem se importar apenas com os textos de sua autoria. Até porque, se a maioria dos poetas fizer isso, logo alguém estará encontrando os seus textos também e orientando a pessoa.
Porém, se o plágio persistir mesmo com as orientações e isso se tornar incômodo moral ou financeiro para sua vida, cabe entrar com ação judicial, caso tenha como provar a autoria.
O plágio é o ato de assinar ou apresentar uma obra intelectual de qualquer natureza (texto, música, fotografia, obra audiovisual, etc) contendo partes de uma obra que pertença a outra pessoa sem colocar os créditos para o autor original. No ato de plágio, o plagiador se apropria indevidamente da obra intelectual de outra pessoa, assumindo a autoria da mesma.
Com o advento da internet e a inclusão digital ou infoinclusão, toda a sociedade pode ter acesso a informações disponíveis na Internet, e assim produzir e disseminar conhecimento.
Para os Poetas, isso foi ótimo, pois seus textos ganharam a oportunidade de serem divulgados, comentados e conhecidos pelo mundo todo.
Fico imaginando os “imortais” vivendo no mundo de hoje...
Machado de Assis, com certeza, coordenaria vários blogues, comunidades do orkut e sites de poesias.
Vinícius de Moraes teria um site com download de suas músicas e comunidades com barzinhos e etc... Talvez até lançasse a musa de Copacabana da net.
Oswald e Mário de Andrade criariam espaços para divulgarem eventos e assim por diante...
Mas, como nada é perfeito, com a infoinclusão aumentaram consideravelmente o número de Plágios. Até porque, tanto é fácil copiar um poema como descobrir que este foi copiado.
Ciente disso, os plagiadores optaram por copiar apenas partes de um Poema, usando toda a sua “criatividade” para preencher as lacunas deixadas. Outros optam pelo "plágio mosaico", utilizam-se da junção de dois ou mais Poemas para construção de “sua” obra.
Existem ainda aqueles que simplesmente copiam os Poemas de outros em seu blogues ou orkuts e não mencionam a autoria. Assim, fica subentendido que aquele pode ser um Poema seu.
====
Mas, a Poesia tem dono?
O poeta gaúcho Jayme Caetano Braun, diz:: “Se a poesia é bela, tem graça e tem entono. A Poesia não tem dono, é de quem se adonar dela!”.
Zeca Baleiro em sua música: Vô Imbolá, diz que Poesia não tem dono e alegria não tem grife.
No filme Postino, também conhecido como: O Carteiro eo Poeta, de Pablo Neruda, o carteiro utiliza-se de parte de um Poema de Neruda. Quando questionado, esse diz que as Poesias são de quem as lê.
Pesquisando na internet, encontrei outros Poetas e poemas com esse mesmo pensamento.
Depois de estudar bem o assunto e por também escrever poesias, deixo aqui minhas considerações a respeito do assunto:
Acredito realmente que a Poesia não tem donos, assim como nossos filhos também não os tem.
Parimos nossos filhos, os registramos, criamos... Porém, não somos donos deles. Isso, no entanto, não dá o direito de outra pessoa falar que são os pais ou registrá-los em seus nomes apenas por achá-los bonitos...
“Poemas são os filhos do artista. Utilizar uma obra sem mencionar a autoria, seria o mesmo que registrar uma criança e não mencionar o nome dos pais. Mencionar a obra com outra autoria, É CRIME!!!!" (Rose Felliciano)
Mario Quintana vai além quando diz que, para os poetas, a poesia é a expressão da sua alma.
“Se nunca nasceste de ti mesmo, dolorosamente,
na concepção de um poema… estás enganado:
para os poetas não existe parto sem dor.” (Mario Quintana)
Seria o mesmo que parir a nós mesmos, ou seja, renascer a cada obra escrita.
Talvez seja por isso que o mesmo Quintana não gostava de datar seus poemas. Ele sabia que depois de criados e divulgados, os poemas seguiriam mundo afora e que teriam novas moradas.
Sabia ele que seriam declamados em outros momentos, como se por outros e para outros fossem feitos...
Porém, "como se" é bem diferente de ser. Plágio é crime previsto no código penal . É considerado violação dos direitos autorais, cnforme artigo 184.
E o que fazer então, para evitarmos o plágio de nossas obras?
Essa não será uma tarefa fácil, mas acredito que deva ser usado o bom senso num processo de reeducação e conscientização. Os donos, coordenadores e moderadores de sites, comunidades e afins, também devem estar engajados nesse processo de conscientização.
Ou então, teremos que ficar dia após dia pesquisando na internet e vigiando os internautas quase que diariamente, denunciando e nos aborrecendo muito com isso.
Essa atitude, com certeza, tirará o nosso tempo precioso para a poesia...
Registre suas obras, sempre!
O primeiro passo para quem quer divulgar seus textos na internet é o de registrar as obras antes mesmo de divulgá-las a público, mantendo também os manuscritos.
Sempre que observar algum poema na internet sem a devida autoria, envie um recado para a pessoa que o postou, perguntando quem escreveu aquele belo texto e sugerindo que seja mencionado. O recado geralmente fica visível e outras pessoas poderão aprender com isso. Quando souber a autoria, escreva informando.
Faça isso de uma maneira geral, sem se importar apenas com os textos de sua autoria. Até porque, se a maioria dos poetas fizer isso, logo alguém estará encontrando os seus textos também e orientando a pessoa.
Porém, se o plágio persistir mesmo com as orientações e isso se tornar incômodo moral ou financeiro para sua vida, cabe entrar com ação judicial, caso tenha como provar a autoria.
O plágio é o ato de assinar ou apresentar uma obra intelectual de qualquer natureza (texto, música, fotografia, obra audiovisual, etc) contendo partes de uma obra que pertença a outra pessoa sem colocar os créditos para o autor original. No ato de plágio, o plagiador se apropria indevidamente da obra intelectual de outra pessoa, assumindo a autoria da mesma.
Com o advento da internet e a inclusão digital ou infoinclusão, toda a sociedade pode ter acesso a informações disponíveis na Internet, e assim produzir e disseminar conhecimento.
Para os Poetas, isso foi ótimo, pois seus textos ganharam a oportunidade de serem divulgados, comentados e conhecidos pelo mundo todo.
Fico imaginando os “imortais” vivendo no mundo de hoje...
Machado de Assis, com certeza, coordenaria vários blogues, comunidades do orkut e sites de poesias.
Vinícius de Moraes teria um site com download de suas músicas e comunidades com barzinhos e etc... Talvez até lançasse a musa de Copacabana da net.
Oswald e Mário de Andrade criariam espaços para divulgarem eventos e assim por diante...
Mas, como nada é perfeito, com a infoinclusão aumentaram consideravelmente o número de Plágios. Até porque, tanto é fácil copiar um poema como descobrir que este foi copiado.
Ciente disso, os plagiadores optaram por copiar apenas partes de um Poema, usando toda a sua “criatividade” para preencher as lacunas deixadas. Outros optam pelo "plágio mosaico", utilizam-se da junção de dois ou mais Poemas para construção de “sua” obra.
Existem ainda aqueles que simplesmente copiam os Poemas de outros em seu blogues ou orkuts e não mencionam a autoria. Assim, fica subentendido que aquele pode ser um Poema seu.
====
Mas, a Poesia tem dono?
O poeta gaúcho Jayme Caetano Braun, diz:: “Se a poesia é bela, tem graça e tem entono. A Poesia não tem dono, é de quem se adonar dela!”.
Zeca Baleiro em sua música: Vô Imbolá, diz que Poesia não tem dono e alegria não tem grife.
No filme Postino, também conhecido como: O Carteiro eo Poeta, de Pablo Neruda, o carteiro utiliza-se de parte de um Poema de Neruda. Quando questionado, esse diz que as Poesias são de quem as lê.
Pesquisando na internet, encontrei outros Poetas e poemas com esse mesmo pensamento.
Depois de estudar bem o assunto e por também escrever poesias, deixo aqui minhas considerações a respeito do assunto:
Acredito realmente que a Poesia não tem donos, assim como nossos filhos também não os tem.
Parimos nossos filhos, os registramos, criamos... Porém, não somos donos deles. Isso, no entanto, não dá o direito de outra pessoa falar que são os pais ou registrá-los em seus nomes apenas por achá-los bonitos...
“Poemas são os filhos do artista. Utilizar uma obra sem mencionar a autoria, seria o mesmo que registrar uma criança e não mencionar o nome dos pais. Mencionar a obra com outra autoria, É CRIME!!!!" (Rose Felliciano)
Mario Quintana vai além quando diz que, para os poetas, a poesia é a expressão da sua alma.
“Se nunca nasceste de ti mesmo, dolorosamente,
na concepção de um poema… estás enganado:
para os poetas não existe parto sem dor.” (Mario Quintana)
Seria o mesmo que parir a nós mesmos, ou seja, renascer a cada obra escrita.
Talvez seja por isso que o mesmo Quintana não gostava de datar seus poemas. Ele sabia que depois de criados e divulgados, os poemas seguiriam mundo afora e que teriam novas moradas.
Sabia ele que seriam declamados em outros momentos, como se por outros e para outros fossem feitos...
Porém, "como se" é bem diferente de ser. Plágio é crime previsto no código penal . É considerado violação dos direitos autorais, cnforme artigo 184.
E o que fazer então, para evitarmos o plágio de nossas obras?
Essa não será uma tarefa fácil, mas acredito que deva ser usado o bom senso num processo de reeducação e conscientização. Os donos, coordenadores e moderadores de sites, comunidades e afins, também devem estar engajados nesse processo de conscientização.
Ou então, teremos que ficar dia após dia pesquisando na internet e vigiando os internautas quase que diariamente, denunciando e nos aborrecendo muito com isso.
Essa atitude, com certeza, tirará o nosso tempo precioso para a poesia...
Registre suas obras, sempre!
O primeiro passo para quem quer divulgar seus textos na internet é o de registrar as obras antes mesmo de divulgá-las a público, mantendo também os manuscritos.
Sempre que observar algum poema na internet sem a devida autoria, envie um recado para a pessoa que o postou, perguntando quem escreveu aquele belo texto e sugerindo que seja mencionado. O recado geralmente fica visível e outras pessoas poderão aprender com isso. Quando souber a autoria, escreva informando.
Faça isso de uma maneira geral, sem se importar apenas com os textos de sua autoria. Até porque, se a maioria dos poetas fizer isso, logo alguém estará encontrando os seus textos também e orientando a pessoa.
Porém, se o plágio persistir mesmo com as orientações e isso se tornar incômodo moral ou financeiro para sua vida, cabe entrar com ação judicial, caso tenha como provar a autoria.